Num mundo cada vez mais perfeccionista, a sociedade exige um alto padrão estético que tem levado as pessoas a uma verdadeira paranóia. Nunca ninguém está satisfeito consigo! Terapias das mais diversas são oferecidas como alternativas para uma vida mais saudável e equilibrada. Você já ouviu falar na Alegroterapia? Pois é, gostaria de indicar essa terapia revolucionária que vai mudar a sua vida. Confira!!
Estudos Novos. Aproveite!
12 11 2008Graça e Paz! Você sabe que o deserto tem um grande poder para formar o nosso caráter e nos preparar para cumprir o propósito de Deus? Veja o estudo bíblico: “O Que o Deserto Nos Ensina”. Creio que você será fortalecido e encorajado a prosseguir em sua jornada. Ah! Também deixei uma mensagem sobre “Como Transformar o Vale de Lágrimas em Vale de Bênção”. Esse estudo lhe ensinará a transformar adversidades em oportunidades. Aproveite!
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Natal: Festa cristã ou herança pagã?
13 10 2008Estamos nos aproximando da festa mais celebrada pela cristandade: o Natal! Mas será que o natal é realmente uma festa cristã? No dia 31 de Outubro às 20h00 estarei gravando um dvd de um estudo sobre as origens do Natal, com base em fundamentos históricos e teológicos. Você é meu convidado. O endereço é na av. Marquês de São Vicente, 576 na Barra Funda em São Paulo, no auditório da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo. Por falar nisso, você já pode contribuir para esse dia deixando sua opinião sobre o assunto. Deixe seu comentário com fundamento!
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Cheguei!
12 10 2008Pessoal, cheguei! Não que eu estivesse em Israel todo esse tempo, mas é que são tantas as emoções! Graças a Deus tenho trabalhado muito e escrever demanda tempo e concentração. Por falar em “escrever”, estou finalizando o manuscrito do meu livro “Temas em 1João”. São mais de 50 temas baseados na primeira epístola de João. Acho que está ficando legal! Procurei comentar versículo por versículo. Ah! à partir dessa semana vou começar a escrever uma série baseada nas “Bem-Aventuranças”. Você vai poder conferir a cada semana um pequeno artigo da pregação mais radical que a humanidade já ouviu. Forte abraço!
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Vou Para Israel, Mas Deixei Novidades!
11 09 2008Graça e paz amados! Neste domingo, dia 14 de Setembro, estarei viajando para Israel. Vou passar 11 dias andando na terra onde Nosso Senhor realizou o Seu ministério terreno. É a segunda vez que vou para lá, mas confesso que é como se fosse a primeira! Com certeza vou voltar com muitas histórias boas, fotos inesquecíveis e conteúdo bíblico para compartilhar com vocês. Aguardem! Mas estou deixando as duas últimas mensagens sobre o Salmo 23, completando, dessa forma, a série sobre As Doze Bênçãos. Também escreví uma mensagem nova sobre A Tríplice Função do Sangue de Cristo, ficou muito legal! Espero que vocês sejam muito abençoados. Ah! coloquei também um link novo com um relato muito interessante sobre o arrebatamento da igreja… gente, é chocante! É um relato de um irmão que na década de 50 teve uma visão sobre a 2ª vinda de Jesus. Ouça aqui.
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Ouvindo Deus no Sussuro e no Trovão
4 09 2008

“…Que leve sussurro temos ouvido dele! Mas o trovão do seu poder, quem o entenderá?” (Jó 26:14).
Para a maioria das pessoas, o Livro de Jó é um livro enigmático, pois trata dos dilemas humanos em várias perspectivas. Esse livro demonstra, em última análise, que a grandeza e a soberania do Todo Poderoso está muito além da nossa capacidade de entender.
Jó retrata o Criador em Sua exuberância e excelência, executando soberanamente Sua vontade com perfeição e justiça. Veja como ele descreve as Suas obras no capítulo 26:
“A alma dos mortos tremem debaixo das águas com seus habitantes. O além está desnudo perante ele, e não há coberta para o abismo. Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada. Prende as águas em densas nuvens, e as nuvens não se rasgam debaixo delas. Encobre a face do seu trono e sobre ele estende a sua nuvem. Traçou um círculo à superfície das águas, até aos confins da luz e das trevas. As colunas do céu tremem e se espantam da sua ameaça. Com a sua força fende o mar e com o seu entendimento abate o adversário. Pelo seu sopro aclara os céus, a sua mão fere o dragão veloz” (vs. 5-13).
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“a compreensão humana sempre encontra um limite quando se depara com a infinitude Divina” |
No Capítulo 26, mais especialmente, Jó apresenta algumas obras de Deus que deixam o homem perplexo e conclui: “Eis que isso são apenas as orlas dos seus caminhos” (v.14b), ou como nos mostra a Versão na Linguagem de Hoje: “Mas essas coisas são apenas uma amostra, um eco bem fraco do que Deus é capaz de fazer. Quem pode compreender a verdadeira grandeza do seu poder?”. O homem é tirado do seu pedestal de soberba e auto-suficiência e colocado frente à sua pequenez diante de um Deus tão Magnífico e misterioso. Na verdade algumas respostas para determinados dilemas da vida está na soberania divina, longe dos telescópios e microscópios, distantes da filosofia e até mesmo da teologia, uma vez que a compreensão humana sempre encontra um limite quando se depara com a infinitude Divina. O homem, mesmo com seus avanços científicos, não é capaz sequer de compreender as obras do Altíssimo, cabendo a ele reder-se e envergonhar-se de sua arrogância ao tentar viver separado de Quem o criou.
Deus deixou perceptíveis Seus sinais por todos os lados em que nos viramos, de maneira que seria indesculpável a afirmação de que não existe Deus. Na verdade tal afirmação não é somente um ato de rebeldia, mas de total tolice e incensatez: “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus…” (Salmos 14:1).
Diante dessa reflexão acerca da grandeza de Deus, pois não poderia deixar de perceber tão gloriosa verdade, gostaria de meditar brevemente sobre as últimas palavras contidas nesse texto:
“…Que leve sussurro temos ouvido dele! Mas o trovão do seu poder, quem o entenderá?” (Jó 26:14).
“Sussurro” e “trovão” são dois acontecimentos bem diferentes e até opostos entre si. O fato é que precisamos aprender a ouvir Deus nas duas situações. Você já parou para perceber que Deus se revela das duas formas? O nosso grande problema é querermos encontrar Deus somente em uma delas.
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“O sussurro de Deus só pode ser percebido quando silenciamos os gritos da nossa alma, e entramos numa atmosfera de quietude reverente” |
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Novidades
17 08 2008
Olá pessoal! Tenho corrido muito ultimamente, mas eu estou sempre atualizando as outras páginas. Veja algumas novidades. Espero que você seja muito abençoado: As 12 Bênçãos no Salmo 23; Direto do Púlpito e Estudos Bíblicos. Visite a minha “pod cast” “Direto do Púlpito“. Sempre tem alguma novidade que abençoará sua vida. Forte!
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Esbofeteando Jesus!
1 08 2008“Dizendo ele isto, um dos guardas que ali estavam deu uma bofetada em Jesus, dizendo: É assim que falas ao sumo sacerdote?” (João 18:22).
O princípio de submissão às autoridades constituídas é largamente exposto nas Escrituras. Mesmo em casos onde a autoridade desviou-se de Deus o princípio do respeito e da honra não pode ser invalidado. Um caso clássico que mostra esse princípio é o de Saul que, mesmo tendo apostatado de sua fé no Senhor, Davi continua honrando-o como “ungido de Deus” (1Sm 24.10). Em Romanos 13, falando sobre as autoridades civis, a Bíblia afirma que “todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas” (Rm 13:1. Ver também 2Pe 2.13). O princípio da autoridade e submissão começa dentro de casa, onde os filhos devem honrar seus pais (Ex 20.12; Ef 6.2), a esposa submeter-se ao marido (Cl 3.18 ) e estende-se à igreja (Ef 5.21; Hb 13.17).
O próprio Jesus sujeitou-se a autoridades, dando-nos exemplo de como vivermos com ordem e harmonia (Lc 2.51; Mt 3.17; Jo 19.11). No entanto, o texto que lemos acima nos mostra que Jesus estava sendo punido por supostamente desacatar uma autoridade. Esse episódio nos traz um ensino muito proveitoso com respeito à maneira como temos lidado com as motivações que nos levam a tomar algumas atitudes.
Sabemos que Jesus estava sendo alvo de uma armação minuciosamente arquitetada para levá-lo à morte, o próprio sumo sacerdote estava envolvido na “maracutaia”. Era evidente que o “réu” não tinha por onde espaçar, pois a situação estava sinistramente orquestrada para a condenação certa. A conspiração envolvia todas as autoridades locais que subornaram até um de seus discípulos e pensaram em todos os detalhes para executarem o Senhor com requintes de crueldade. No momento do seu interrogatório, Jesus é esbofeteado por um soldado que O repreendeu por ter respondido ao sumo sacerdote de uma forma que o fazia parecer estúpido. A pergunta que gostaria de fazer é: quem estava desacatando a autoridade? A Bíblia diz que Jesus é o “Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão” (Hb 3.1). Ou seja, Sua autoridade está cima de qualquer outra. Se Anás atentasse para as Escrituras proféticas, saberia quem estava diante dele, se despojaria de suas vestes sacerdotais e se prostraria diante do Supremo Sacerdote.
Muitas vezes nos prendemos tanto em tradições e religiões, em coisas do tipo “essa é a forma correta e essa é a errada” que acabamos passando por cima do verdadeiro espírito da Lei que é o amor e a misericórdia: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!” (Mateus 23:23). Quantas vezes, em nome do zelo acabamos esbofeteando a Jesus como fez aquele guarda! Isso acontece porque acabamos colocando a aparência e a forma acima da essência e da experiência pessoal com Ele.
Algumas pessoas se apegam tanto a picuinhas sem importância que acabam deixando “passar um camelo”: “Guias cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo!” (Mateus 23:24), ou seja, prendem-se tanto a superficialidades que se esquecem do que verdadeiramente faz a diferença. Muitas vezes estamos mais preocupados com o que “está estampado na camiseta do outro” do que com o que está impresso em nosso caráter. Há muita gente que conhece tantas regras que se transformaram em legalistas obsessivos. Olham para tudo e para todos sempre desconfiados, procurando algo “errado” e se esquecem de desfrutar de um vivo e revigorante relacionamento com Deus, deixando que Ele trate de convencer cada um daquilo que Lhe desagrada. Isso não significa que devemos deixar de nos orientar uns aos outros, mas que não podemos esbofetear o Supremo Sacerdote em nome da hipocrisia e do legalismo.
Nossos paradigmas não podem passar por cima dos princípios bíblicos essenciais. Não podemos nos valer de determinadas posições ou prerrogativas para ferir as pessoas, deixando-as marcadas e desanimadas. Vejamos uma situação semelhante a que passou o Senhor: Paulo fazia a sua defesa diante do sinédrio, “Mas o sumo sacerdote, Ananias, mandou aos que estavam perto dele que lhe batessem na boca” (Atos 23:2). Diante daquela censura no mínimo repressora, Paulo, sem saber quem o havia repreendido retrucou imediatamente: “…Deus há de ferir-te, parede branqueada! Tu estás aí sentado para julgar-me segundo a lei e, contra a lei, mandas agredir-me?” (Atos 23:3). Mas logo sabendo com quem falava, retratou-se imediatamente: “Os que estavam a seu lado disseram: Estás injuriando o sumo sacerdote de Deus? Respondeu Paulo: Não sabia, irmãos, que ele é sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal de uma autoridade do teu povo” (At 23.4,5). A questão em foco diz respeito ao erro de colocarmos as regras humanas acima dos princípios divinos. Não podemos esbofetear Jesus e nem o ensino apostólico por conta da nossa intransigência e legalismo. Mesmo ao repreender alguém por algo equivocado que estejam fazendo, devemos tratar com amor, visando mudança e não o machucando por conta do nosso ponto de vista.
Pensemos um pouco sobre quantas vezes nos colocamos no lugar daquele guarda, ferindo o Senhor ao valorizarmos mais a forma de fazer do que a motivação que nos leva a fazer. Quantas vezes temos deixado de honrar o “Sumo Sacerdote Jesus” para honrarmos mias o “sumo sacerdote Anás”. “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2:23). Não podemos esbofetear Jesus porque o irmão come carne e nós não, não podemos colocar questões sem importância acima do essencial, que é o sangue de Jesus que nos une. Jesus pagou um alto preço para nos resgatar da escravidão do pecado, não barateemos seu sacrifício por conta de pontos de vistas pessoais. Acima de tudo, honremos o Sumo Sacerdote que nos deu o direito de vivermos livres e andemos sem as prisões do legalismo, aceitando nossas diferenças.
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Agora vem “Direto do Púlpito”!
9 07 2008
Pessoal, agora eu tenho uma Podcast. Vocês podem acessar a página dela clicando aqui. Nessa Podcast, vocês poderão ouvir mensagens, ver vídeos, etc…
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A TRANSCENDÊNCIA DO AVIVAMENTO
8 07 2008
“Disse-lhe o SENHOR: Vai, volta ao teu caminho para o deserto de Damasco e, em chegando lá, unge a Hazael rei sobre a Síria. A Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei sobre Israel e também Eliseu, filho de Safate, de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar. Quem escapar à espada de Hazael, Jeú o matará; quem escapar à espada de Jeú, Eliseu o matará. Também conservei em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou” (1Reis 19.15-16)
Ficamos fascinados ao ouvirmos sobre os reavivamentos que ocorreram ao longo da história do povo de Deus e acabamos por sonhar com esse poderoso derramar da vida de Deus sobre a nossa própria geração. Nessa expectativa arrebatadora, começamos a idealizar modelos configurados por nossas próprias mentes e ideais. O problema está em buscar e sonhar com algo que tem mais a ver com a nossa visão limitada do que propriamente com aquilo que Deus quer realizar. Creio piamente que o que Deus está por fazer ultrapassa qualquer expectativa humana e por isso, sem qualquer presunção, gostaria de refletir sobre a transcendência do avivamento.
O Deus transcendente
A natureza do avivamento tem a ver com a natureza de Deus, pois se trata do derramar da Sua própria vida que não pode ser medida ou mensurada nos padrões humanos, ainda que, para efeitos didáticos, tentemos compará-la ao universo, aos mares etc. Falar sobre Deus é falar de alguém que está acima da compreensão de qualquer ser já criado, portanto, não podemos achar que a nossa teologia aborda a divindade em todos os Seus aspectos e profundidades. Quantos atributos Deus têm? Certamente apenas conhecemos alguns e em certa medida, pois “no terrível abismo do Ser divino podem existir atributos dos quais não temos qualquer conhecimento e que não possuem significado algum para nós, assim como os atributos de misericórdia e graça não têm significado algum, pessoalmente, para os serafins ou querubins” (A.W. Tozer). O problema está em querermos reduzir a imagem de Deus à nossa própria imagem, limitando-o e tentando controlá-lo. Deus está muito acima do que a nossa visão ocidentalizada é capaz de compreender. Na verdade Leia o resto deste post »
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